Bergson – Introdução à Metafísica (Introdução ao Fichamento)

Introdução ao Fichamento

Este post tem por objetivo principal servir como introdução ao fichamento do ensaio Introdução à Metafísica, de Henri Bergson (1859-1941). Pretende-se fornecer uma breve contextualização, destacar os temas e os conceitos centrais desse ensaio, chamar a atenção para a metafísica verdadeira e para a atualidade do método intuitivo, e indicar sua relevância não apenas para a filosofia contemporânea, mas também para as ciências e para os variados campos de conhecimento e atuação humana.

Breve Contextualização

O período compreendido entre o fim do século XIX e as quatro primeiras décadas do século XX, origem da filosofia contemporânea, caracterizou-se pelo cientificismo positivista, pelo projeto de naturalização da consciência, pela psicofísica e pela acentuada depreciação da metafísica e da filosofia. Nesse ambiente, em oposição a esse quadro, desenvolvem-se a fenomenologia de Edmund Husserl e o Espiritualismo de Henri Bergson.

Também é a partir do final do século XIX que a psicologia, até então pertencente ao domínio da filosofia e dedicada ao estudo da mente humana por meio de uma abordagem teórica e especulativa, desvinculando-se, passa a desenvolver-se como ciência independente, a adotar métodos empíricos e experimentais, tomando emprestada a linguagem das ciências positivas, aderindo ao conceito e à análise.

Bergson opõe-se ao associacionismo e à tendência idealizante, que consiste em considerar a operação intelectual como estritamente especulativa e contemplativa, embora naturalmente e usualmente seja voltada à ação e à utilidade prática. Refuta as antinomias e a crítica kantianas, a renúncia à metafísica, os alegados limites de possibilidade do conhecimento e impossibilidade de alcançar a “coisa em si”.

Acerca do contexto em que surge o ensaio Introdução à Metafísica (1903), na publicação como artigo em O Pensamento e o Movente (1934), Bergson chama a atenção para quão arraigada era a concepção kantiana:

... o presente ensaio foi escrito numa época em que o criticismo de Kant e o dogmatismo de seus sucessores eram geralmente bastante admitidos, senão como conclusão, ao menos como ponto de partida da especulação filosófica. (N. do A.)

(Bergson, 1903, 1974, p. 17)

O ensaio Introdução à Metafísica publicado originalmente na Revue de métaphysique et de morale em 1903, tem estreita relação com o curso História da Ideia do Tempo ministrado por Bergson no Collège de France em 1902-1903. Desenvolvidos simultaneamente, curso e ensaio, situam-se entre as obras anteriores Ensaio sobre os dados imediatos da consciência (1889) e Matéria e Memória: ensaio sobre a relação do corpo com o espírito (1896), e os cursos A ideia de causa (1900-1901) e A ideia do tempo (1901-1902); e posteriores, desde A Evolução Criadora (1907) até Duas fontes da moral e da religião (1932).

Duração como realidade dinâmica e interioridade em oposição ao espaço, e o problema da liberdade (1889); relação entre corpo e espírito, crítica ao mecanicismo e aos métodos adotados até então (1896); consolidação do método intuitivo e proposição de uma nova metafísica (metafísica verdadeira), intuição como conhecimento do espírito pelo espírito e via de acesso ao real, a apreensão da duração de forma direta e imediata (1902-1903); a unidade e dualidade da vida, consolidação da ideia de elã vital (1907); A religião estática e religião dinâmica, e a moral fechada e a moral aberta (1932).

No curso História da Ideia do Tempo, Bergson desenvolve uma genealogia crítica da ideia de tempo, desde filósofos pré-socráticos, Platão, Aristóteles e Plotino até os modernos Descartes, Spinoza, Leibniz e Kant; diferencia o tempo vivido como duração real, contínuo, heterogêneo e qualitativo, do tempo cronológico, espacializado e quantitativo; apresenta os fundamentos do método intuitivo. Riquier chama a atenção para o destaque conferido a Plotino e para o modo como Bergson demonstra a unidade sistemática que Plotino confere à metafísica, e como sua filosofia origina a filosofia moderna e se faz presente em sistemas filosóficos modernos.

Nas quatro lições preliminares do curso História da Ideia do Tempo, antes de entrar propriamente no tempo, considerado por Bergson o tema central da metafísica, são abordados: a confusão acerca dos termos fundamentais da metafísica; a ideia de signo e seus caracteres constituintes, “a generalidade, o apelo à ação, e o poder de fixação”; e o conceito, o signo por excelência, conforme tais caracteres.

É fortemente recomendável, portanto, a leitura do curso História da Ideia do Tempo, por seu caráter propedêutico e formativo do ensaio Indrodução à Metafísica.

Complementarmente, sugere-se a leitura de O Signo e a Representação Simbólica na Filosofia de Henri Bergson de José Jorge Baêta Cerineu (2020), monografia que aborda, à luz das quatro lições preliminares do curso, o papel dos três caracteres do signo, especialmente, nos domínios da filosofia, da arte e da ciência, assim como sua relação com a simpatia intelectual e com a intuição, para além daquele exercido na inteligência, por meio da representação simbólica.

Na segunda parte da Introdução de O Pensamento e o Movente (1934), Bergson esclarece que sua “iniciação no verdadeiro método filosófico”, foi a partir do dia em que negando a concepção simbólica da realidade, passou ao fluxo da vida interior e nela reconheceu o primeiro campo de experiência a partir do qual toda a sua obra se projeta e expande:

Tensão, concentração, tais são as palavras pelas quais caracterizaríamos um método que requer do espírito, para cada novo problema, um esforço inteiramente novo. Não poderíamos jamais ter tirado de nosso livro Matéria e Memória, que precedeu A Evolução Criadora, uma verdadeira doutrina da evolução (seria no máximo uma aparência); nem de nosso Ensaio sobre os Dados Imediatos da Consciência uma teoria das relações da alma com o corpo como aquela que expusemos em seguida em Matéria e Memória (teríamos apenas uma construção hipotética), nem da pseudofilosofia à qual estávamos ligados antes dos Dados Imediatos - isto é, as noções gerais armazenadas na linguagem - as conclu¬sões acerca da duração e da vida interior que apresentamos em nosso primeiro trabalho. Nossa iniciação no verdadeiro método filosófico data do dia em que rejeitamos as soluções verbais, tendo encontrado na vida interior um primeiro campo de experiência. Todo o progresso posterior foi um alargamento desse campo.

(Bergson, 1934, 1974, p. 157)

Franklin Leopoldo e Silva, em Bergson: Intuição e Discurso Filosófico, aponta a “duração” como núcleo do espiritualismo Bergsoniano e esclarece seus aspectos gnosiológico, a forma como se conhece, o conhecimento imediato da realidade concreta em sua mobilidade, por meio da intuição, livre dos limites decorrentes da linguagem conceitual característica do senso comum, da tradição filosófica e do modelo científico; noético, a forma como se pensa, a natureza e o modo como o conhecimento se dá, e o funcionamento do método intuitivo; e ontológico, o que é a realidade, a implicação da própria intuição e do método intuitivo ao “ser” enquanto duração.

Embora não seja possível abrir mão de conceitos e da linguagem, é preciso reconhecer suas limitações, e mesmo incapacidade, tanto para proporcionar atingirmos a realidade concreta, o absoluto, quanto para comunicá-lo, uma vez que é único e inexprimível.

Segundo Deleuze, sobre a questão do por que ainda há filosofia, se a ciência fornece conhecimento acerca das coisas com as quais mantém certa relação, a filosofia tem somente dois caminhos possíveis: apenas ocupar-se criticamente da reflexão sobre o conhecimento científico ou buscar, ela mesma, um outro tipo de conhecimento.

É nessa segunda via que Bergson se empenha, repudiando as filosofias críticas, quando ele nos mostra na ciência, e também na atividade técnica, na inteligência, na linguagem cotidiana, na vida social e na necessidade prática, enfim e sobretudo, no espaço, outras tantas formas e relações que nos separam das coisas e de sua interioridade.

(Deleuze, 1966, 2012, p. 104)

Worms, em Bergson ou os dois sentidos da vida (2004), esclarece sobre a importância do ensaio Introdução à Metafísica para o bergsonismo na inflexão operada entre Matéria e Memória e A Evolução Criadora. Segundo Worms, a fecundidade de Matéria e Memória enseja uma expansão filosófica que assume três direções principais. As duas primeiras, relativas aos aspectos abordados em Matéria e Memória e que a Introdução à Metafísica reivindica, desdobra e amplia: a primeira, a intuição como método privilegiado de uma metafísica verdadeira e de acesso ao absoluto; a segunda, a expansão, da crítica à espacialização, a uma crítica geral do conhecimento. A terceira direção, entretanto, embora surgida a partir da mesma fecundidade de Matéria e Memória, desdobra-se em O Riso, relativa à psicologia, mas também às dimensões estética, moral e sociológica.

Sobre tal fecundidade e sobre o papel de Introdução à Metafísica para a filosofia de Bergson, Worms chama a atenção:

E justamente essa fecundidade extrema que pôde mascarar também uma dificuldade maior, fonte, entretanto, da guinada que será A Evolução Criadora (em 1907), fonte também de uma nova perspectiva global, que explica por que, quando da republicação de O Pensamento e O Movente (em 1934), Bergson fará dessa mesma Introdução à Metafísica não o primeiro, mas o último dos ensaios propriamente teóricos dessa coletânea, invertendo a ordem cronológica e fazendo com que uma nota significativa a preceda.

(Worms, 2010,p. 127)

A Introdução à Metafísica e O Riso inserem-se no que Worms chama de “momento 1900”. Ele define momento como o problema filosófico particular ou local que se torna geral ou global, que emerge de descobertas científicas e textos filosóficos, controvérsia com momentos anteriores ou internamente ao próprio momento.

Não é difícil compreender a relevância e atualidade desta metafísica verdadeira, diante das transformações profundas e desafios complexos de ordem econômica, política, social, ética e existencial colocados nesta primeira metade do século XXI.

A deep tech (tecnologia profunda), os avanços técnicos–científicos, as tecnologias emergentes, a Quarta Revolução Industrial e correntes como o transumanismo e pós-humanismo, com suas promessas de otimização de processos, de aprimoramento humano e social, de conforto e bem-estar, trazem consigo também sérios riscos e graves implicações éticas com impacto sobre aspectos como privacidade, liberdade, noção de público e privado, acesso aos recursos, identidade e a própria concepção do que seja o humano. Tal tendência e progresso dão mostras de ter alcançado condições limítrofes e prenunciam desastre iminente. Embora esse tema possa ser mais bem trabalhado a partir da leitura de As Duas Fontes da Moral e da Religião, especialmente à luz da lei de dicotomia e da lei de duplo frenesim, e dos conceitos de moral fechada e moral aberta, a leitura do ensaio de 1903 garante as bases para essa reflexão, por esclarecer acerca da duração; da relação entre consciência e matéria, ou espírito e corpo; da vida interior, da liberdade; e da intuição.

Fichamento

O fichamento do ensaio publicado como artigo em O Pensamento e o Movente, tem como base a tradução de Franklin Leopoldo e Silva, cotejada sempre que pertinente à edição da PUF e à tradução de Bento Prado Neto.

Disponível apenas para leitura online. Para acessá-lo diretamente basta clicar aqui , além disso ele integra o acervo da seção Recursos do site, de onde também pode ser acessado pela aba Fichamentos e Leituras Comentadas.

Leitura complementar recomendada

Nota Importante

A bibliografia mencionada neste post e ampliada no fichamento tem como propósito proporcionar uma base sólida para o estudo inicial do ensaio Introdução à Metafísica e não pretende ser exaustiva. Incentivamos o leitor a empreender a exploração de outros textos e autores, conforme seus interesses e necessidades de aprofundamento, através de investigação própria e conhecimento prévio.

O fichamento de “Introdução à Metafísica” não substitui a leitura integral da obra; pretende apenas servir como ponto de partida útil para seu estudo e reflexão.

Experimente produzir seu próprio fichamento, selecionar os trechos que julgar importantes, estabelecer relações e identificar nexos a partir do próprio arcabouço de conhecimento, registrar os seus próprios questionamentos, comparações, reflexões, conclusões e insights.

Tremendamente útil em estudos acadêmicos, no trabalho profissional ou para os estudos de interesse pessoal, o fichamento comentado, uma técnica ativa de leitura, registro e organização de informações, implica selecionar e registrar criteriosamente as ideias e conceitos centrais, os argumentos-chave, as definições e os dados relevantes de um texto, artigo, palestra, etc.; organizar a informação de forma clara e lógica; e garantir que as fontes e excertos permaneçam bem identificados para que a informação seja facilmente recuperada no futuro. O aspecto que o diferencia de outras formas de fichamento é o registro dos comentários elaborados pelo próprio leitor associados aos trechos que julgou importante selecionar.

A leitura e escrita, o cotejamento com outros textos e autores, os nexos estabelecidos, a reflexão, a análise e interpretação envolvidos na formulação dos comentários, proporcionam maior compreensão do tema e retenção da informação, e, além disso, uma melhor percepção acerca do próprio processo de aprendizado e de produção do conhecimento.

Ao introduzir o hábito do fichamento na rotina diária, o iniciante pode ter a sensação de algo dispendioso e trabalhoso, entretanto, a médio e longo prazo, comprovará um aumento de produtividade e de qualidade como resultado da organização da informação. Essa base de dados facilita a recuperação da informação e revisitação dos textos, agiliza a pesquisa e a produção de novos conteúdos.

Que este conteúdo possa ser útil para sua reflexão e estudo. Sinta-se à vontade para comentar, compartilhar suas impressões ou sugerir fichamentos.

Referências

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REALE, Giovanni. História da filosofia antiga. Volume 4: As escolas da era imperial. Tradução de Marcelo Perine e Henrique Cláudio de Lima Vaz. São Paulo: Loyola, 1994. - (Série história da filosofia).

RIQUIER, Camille. A superação intuitiva da metafísica: o kantismo de Bergson. Tradução de Débora Cristina Morato Pinto. Trans/Form/Ação, Marília, v. 40, n. 2, pp. 217-242, Abr./Jun., 2017. Disponível em: <https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view%20/6926/>. Acesso em: 03 dez. 2025.

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WORMS, Frédéric. A concepção bergsoniana do tempo. DoisPontos, [S. l.], v. 1, n. 1, 2005. DOI: 10.5380/dp.v1i1.1922. Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/1922>. Acesso em: 19 nov. 2025.

_____________. Bergson ou os Dois Sentidos da Vida / Frédéric Worms; tradução de Aristóteles Angheben Predebon. – São Paulo: Editora Unifesp, 2010. 384 p.

Nota de Transparência: Este texto foi elaborado pelo autor com suporte de IA para revisão linguística e organização em formato de post para otimização de leitura e SEO. A curadoria de ideias, análise crítica e validação das fontes permanecem restritas ao autor.

Produzido antes da adoção formal do Protocolo de Experimentação e Produção Intelectual, este conteúdo integra um eixo de investigação sobre agência artificial. O texto foi revisado conforme a versão 1.0 do Protocolo (fev. 2026), embora sem seguir integralmente o seu fluxo de trabalho. [Saiba mais aqui].

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Jorge Baêta
Jorge Baêta

Jorge é especialista em Gerenciamento de Projetos, com certificação Professional Scrum Master I (PSM I) pela Scrum.org e MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos pela FGV/UCI. É graduado em Filosofia (Bacharelado e Licenciatura) e em Processamento de Dados, com especializações em Computação Gráfica e Multimídia e em Educação a Distância. No SemSetores, dedica-se à produção de conteúdos sobre bem-estar, saúde mental, práticas ágeis, educação e impacto da deep tech (tecnologia profunda), seguindo um Protocolo de Experimentação e Produção Intelectual que integra o eixo de investigação sobre agência artificial.

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